Manchetes do Dia – 7.4.2026

Hora do Povo – O fato é que Ibaneis, aliado de Bolsonaro na política local, via com grande entusiasmo a compra do Master, batizada pelo Banco de Brasília de “Projeto Vórtice”, medida para impulsionar a expansão nacional da instituição financeira, o que levaria o BRB a figurar “entre os dez maiores do país em volume de crédito”, segundo a divulgação da época. O BRB queria ficar com 58,04% do Master, fatia que incluiria 49% das ações com direito a voto e 100% das preferenciais. Somente o governo do DF teria poder para insistir na continuidade da patranha.

Hora do Povo – Se alguém ainda nutria a expectativa de que votação expressiva fosse sinônimo de estatura política, o fim de semana tratou de desfazer a ilusão com eficiência constrangedora. O que se viu foi menos embate de ideias e mais rinha de egos, travestida de debate público. O conflito entre ambos já vem de antes, mas ganhou novos contornos com a habitual mistura de vaidade, lealdade seletiva e disputa por protagonismo dentro do mesmo campo político.

Vermelho – Em mensagem de Páscoa , o Papa Leão XIV voltou a pedir paz diante da guerra de Israel e Estados Unidos contra o Irã. Disse a “quem tem armas nas mãos, que as deponha!” e “a quem tem o poder de desencadear guerras, que opte pela paz”. Leão XIV recordou que “a Páscoa é uma vitória: da vida sobre a morte, da luz sobre as trevas, do amor sobre o ódio”. “Quem tem o poder de desencadear guerras, que opte pela paz!”

Vermelho – Os atos contra a guerra em Israel são cada vez mais constantes desde o início do conflito contra o Irã. O Supremo Tribunal daquele país analisa ação de ONGs de direitos humanos sobre a liberdade de se manifestar durante a guerra que completa cinco semanas. Yuval Tzur, que participa das manifestações semanais desde o início do conflito, disse à CNN que a ação começou poucos minutos após o início da concentração na Praça Habima.

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Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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