
O patriota brasileiro Solon Saldanha traz em seu Virtualidades uma crônica desnudando a natureza daqueles traidores da Pátria que estendem a bandeira listrada e estrelada nas ruas do Brasil em pleno 7 de Setembro.
Não há nada de moderado em oferecer “terras raras” e outros recursos em troca de suporte para anistiar golpistas, para liberar o pai criminoso da prisão. O que Flávio – e Eduardo antes dele – articula, sob a mentoria de figuras como Steve Bannon e Steven Miller, é simplesmente uma conspiração internacional que visa transformar o Brasil em um campo de batalha para interesses que não nos pertencem. Aliás, esses patriotas de aluguel agem como apoiadores para outras manobras também, como a de tachar o narcotráfico como “terrorismo” apenas para abrir as portas para ações militares estrangeiras em nosso território. Eles e os demais de mesmo sobrenome Bolsonaro, assim como seus seguidores cegos, demonstram que a segurança nacional, nossa identidade, nossa história e tudo o que entendemos como nação não passa de uma série de conceitos terceirizáveis.
Chamar isso de patriotismo é um insulto à inteligência. Patriotas são os trabalhadores, empresários, profissionais liberais, pesquisadores, cientistas, agentes da economia criativa, agricultores, professores, todo o povo que diariamente luta e se dedica, criando riqueza, desenvolvendo o Brasil.
Conheça a história toda e ajude a materializar o sonho de Tiradentes: transformar este imenso país em uma grande Nação!
