Jornal GGN – A eleição de Jair Bolsonaro, em 2018, foi fruto de uma convergência explosiva: recessão econômica, desgaste profundo do sistema político, demonização da política impulsionada pela Lava Jato e radicalização digital. O cenário lembrava o que levou Donald Trump ao poder nos Estados Unidos. O que limitou Bolsonaro não foi um surto de virtude republicana das elites nem uma mobilização popular constante ao longo do mandato. Foi, em grande medida, o próprio presidencialismo de coalizão.
Vermelho – Na agenda, está prevista a participação de Lula na Cúpula de Inteligência Artificial, que será realizada na capital indiana. O evento espera a presença de 40 mil pessoas de 50 países. Esta será a primeira vez que um presidente da República brasileiro participará de um evento global de alto nível sobre inteligência artificial. Segundo a embaixadora Susan Kleebank, Brasil e Índia mantêm parceria estratégica desde 2006 e as relações passam por um momento de ascensão, sustentada por complementaridades econômicas e tecnológicas.
Sindeesp – O Sindicato dos Escritores do Estado de São Paulo manifesta seu apoio e solidariedade à Unión de Escritores y Artistas de Cuba (UNEAC) e ao povo cubano diante da nova escalada de agressões do governo dos Estados Unidos, expressa na ordem executiva que busca justificar, com pretextos infundados, uma “emergência nacional” e ampliar mecanismos de coerção econômica contra Cuba.
Engenharia pela Democracia – Washington Araújo: há países em que a política é um palco. Na China, ela se parece mais com uma usina. Se alguém deseja alcançar o topo do poder em Pequim, já sabe que o caminho não começa nos cursos de retórica, mas nos laboratórios, nos canteiros de obras, nos centros de cálculo estrutural. E, se possível, com currículo de entregas monumentais — liderar o programa espacial, erguer a maior hidrelétrica do planeta ou comandar a universidade que muitos chamam de “MIT chinês”.



