Jornal GGN – Luis Nassif: sistemas financeiros instáveis, concentradores de crédito e dependentes de salvamento estatal não resultam de falhas técnicas. São o produto previsível de acordos duráveis entre governos, banqueiros e grupos de interesse. Eles chamam isso de “jogo dos acordos bancários”. O banco não quebra apesar do Estado — quebra do jeito que o Estado permite.
Jornal GGN – Em novembro de 2025, GGN publicou denúncia sobre a Fictor mas, sob o olhar complacente da CVM, a operadora continuou captando por dois meses. Embora se apresentasse como uma holding robusta capaz de assumir o Banco Master, relatórios indicam que o grupo operava com patrimônio líquido negativo. A estratégia consistiria em utilizar o banco para gerar uma aparência de solvência, enquanto a holding servia como um “veículo de papel” para movimentações financeiras sem lastro real.
Hora do Povo – O especialista em recursos hídricos Amauri Pollachi, conselheiro do Observatório Nacional dos Direitos à Água e ao Saneamento (ONDAS) e ex-servidor da Sabesp por 30 anos, responsável por áreas estratégicas da empresa pública e com atuação direta durante a crise hídrica de 2014–2015, explicou que a lógica de maximização do lucro tem levado à superexploração dos mananciais, à ausência de planejamento de longo prazo e à imposição de um racionamento não declarado, que atinge de forma desigual a população, sobretudo nas periferias.
Vermelho – Portugal elegeu para presidente o candidato do Parido Socialista (PS), António José Seguro. Ele teve 66,7% dos votos válidos, contra 33,3% de André Ventura, do Chega, partido de extrema direita. “A resposta que o povo português deu hoje, o seu compromisso com a liberdade, a democracia e o futuro do nosso país, deixa-me naturalmente comovido e orgulhoso da nossa nação”, disse Seguro a jornalistas antes de realizar pronunciamento oficial.



