Hora do Povo – Empresas pertencentes a irmãos e também a primo do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, tiveram, até meados de 2025, como sócio fundo de investimentos que integra, por meio de cadeia societária e financeira, a rede de fundos sob suspeita no escândalo do Banco Master. Essa investigação apura fraudes estimadas em cerca de R$ 12 bilhões. Os vínculos constam de registros oficiais, balanços financeiros e documentos societários e surgem no momento em que Toffoli atua como relator do inquérito no STF.
Jornal GGN – Foram noticiados problemas de liquidez da Fictor, a empresa que tentou articular com Vorcaro a venda do Master. No dia 19.11.2025, os leitores do GGN foram apresentados a dados que, provavelmente, nem a própria Polícia Federal ainda levantara, através da matéria “Os negócios obscuros da Fictor, que pretendia adquirir o Master”. Ainda falta a PF chegar em Ibaneis Rocha, o governador do Distrito Federal, e analisar a conduta da Planner.
Hora do Povo – “A simples reapresentação de recursos protelatórios não transforma uma controvérsia já definitivamente julgada em matéria suscetível de reexame pelo plenário”, anotou o relator, em trecho da decisão proferida pelo ministro Alexandre de Moraes. A defesa de Bolsonaro tentava, mais uma vez, levar o caso para o plenário do STF, sob o argumento que o Regimento Interno não exigiria quórum mínimo para reverter decisões de turmas. A estratégia já havia sido rejeitada em dezembro do ano passado pelo próprio Moraes e foi encerrada de vez.
Hora do Povo – A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, respondeu à publicação feita pelo presidente dos EUA, Donald Trump, de uma imagem na qual ele se autodenomina “presidente interino da Venezuela”. “Vi charges na Wikipédia sobre quem está no comando na Venezuela; bem, aqui existe um governo no comando na Venezuela. Existe uma presidente interina e existe um presidente sendo mantido como refém nos Estados Unidos”.



