Voltar a ser criança

O filósofo alemão Friedrich Nietzsche dizia que o ser humano passa por três transformações simbólicas: o camelo, o leão e a criança. A criança representa o estágio mais elevado, marcado por espontaneidade, criatividade e capacidade de dizer “sim” à vida. “Ela é o símbolo da renovação e da liberdade interior”.

Para o filósofo, ser como uma criança não significa agir com imaturidade, mas recuperar o olhar curioso e criativo que permite reinventar a própria existência. É a fase em que nasce o espírito capaz de criar novos caminhos, sem medo do julgamento externo.

O Factotum Cultural mostra como essas ideias expostas no século 19 se aplicam aos dias de hoje.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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