Leituras de domingo – 31.8.2025

Hora do Povo – A questão da soberania nacional volta à flor da pele com uma força há anos sufocada pela ideologia colonial. Capturaram nosso próprio Estado nacional, que é quem promove o assalto ao Tesouro, a rapinagem de nossas riquezas e desvalorização de nosso trabalho. A arrogância de Trump, a traição dos Bolsonaros, a firmeza do povo russo, o genocídio de Israel, o espetáculo da economia chinesa, mexem com nossos brios de brasileiros.

Outras Palavras – Paulo Kliass: de empresas de saneamento a presídios, serviços públicos continuam a ser entregues aos rentistas com apoio do BNDES. Casos em Pernambuco e Bahia mostram a gravidade do processo. Há sentido em manter tal política enquanto se fala de justiça social? Em resumo, o fato é que o atual governo segue demonstrando profundo orgulho por iniciativas no campo da privatização. A principal vitrine talvez seja composta pelo Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), criado por Temer.

Hora do Povo – Jaguar foi um dos fundadores do jornal O Pasquim, em 1969, com os jornalistas Tarso de Castro e Sérgio Cabral. Logo depois, figuras de destaque na imprensa brasileira como Ziraldo, Millôr Fernandes, Manoel “Ciribelli” Braga, Miguel Paiva, Prósperi, Claudius e Fortuna, se juntaram à publicação, que fez história com seu conteúdo crítico, escrachado, “desbundado” e, após a promulgação do AI-5, se tornando mais politizado e firmemente contra a ditadura à medida que aumentava a repressão do regime.

Vermelho – Elias Jabbour: a história não pode ser apagada. Em resumo, a China desempenhou um papel significativo, mas frequentemente negligenciado, na Segunda Guerra Mundial. A China foi o primeiro país a entrar em guerra com o Japão, e sua resistência manteve uma grande parte do exército japonês ocupada durante toda a guerra. Isso impactou significativamente a capacidade do Japão de projetar poder em outras regiões, particularmente no teatro de operações do Pacífico, e auxiliou o esforço de guerra dos Aliados.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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