A política como espetáculo migrou do rádio e cinema para as redes sociais, onde gestos teatrais e narrativas simplistas dominam a comunicação pública. (João Gualberto)
O artigo mostra a substituição, no processo de convencimento de voto das massas sobre assuntos de interesse nacional e global, da aparência sobre a essência. No dizer do autor, a maquiagem não dura para sempre.
Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal.
Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.
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