
O neurocientista Rodrigo Quian Quiroga assegura que a resposta de hoje não é a mesma de três anos atrás.
O físico argentino de 57 anos adverte em entrevista à BBC News Mundo que é possível que a inteligência artificial alcance e supere a inteligência humana, mas afirma que não devemos ter medo dela, e muito menos pensar que a humanidade vai “acabar” em cenários de ficção científica, como os filmes O Exterminador do Futuro ou Planeta dos Macacos.
Para ele, “não devemos temer a inteligência artificial, mas o que um ser humano pode fazer com ela”.
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