Manchetes do dia – 5.1.2025

Hora do Povo – O ministro Alexandre de Moraes alertou o país sobre a gravidade do que aconteceu em 2022, quando os grupos fascistas chefiados por Jair Bolsonaro estiveram próximos de dar um golpe de Estado no Brasil e dos riscos que o país ainda corre hoje. O ministro destacou a “histeria coletiva” que tomou conta de parte da sociedade, citando episódios de bolsonaristas cantando o hino nacional para pneus e acreditando em notícias falsas disseminadas pelos golpistas.

Vermelho – O número de pessoas em situação de rua no Brasil alcançou a marca de 327.925 em dezembro de 2024, um aumento de 25% em relação ao ano anterior, segundo o Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua (OBPopRua/POLOS-UFMG). Destes, mais de 60% vivem em três estados governados por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL): São Paulo, com Tarcísio de Freitas (Republicanos); Rio de Janeiro, com Claudio Castro (PL); e Minas Gerais, com Romeu Zema (Novo).

Vermelho – O ano de 2024 consolidou-se como um dos mais desafiadores para a preservação ambiental no Brasil, com 278.229 focos de incêndio registrados, segundo o BD Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O aumento de 46% em relação a 2023 fez deste o pior resultado desde 2010, evidenciando o impacto de uma combinação de fatores climáticos e estruturais. Entre os biomas, a Amazônia e o Cerrado despontaram como os mais atingidos, respondendo por quase 80% das ocorrências.

Sputnik – Eden Pereira, professor de história e pesquisador do Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre África, Ásia e Relações Sul-Sul (NIEAAS) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), afirma que o continente africano — por ser uma das regiões mais populosas do mundo, com um grande mercado, uma quantidade considerável de cientistas e rica em recursos naturais — continuará a atrair o interesse de grandes potências; em especial Rússia, China e Estados Unidos.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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