Sputnik - A expansão das universidades incluirá a criação de dez novos campi, localizados em São Gabriel da Cachoeira (AM), Cidade Ocidental (GO), Rurópolis (PA), Baturité (CE), Sertânia (PE), Estância (SE), Jequié (BA), Ipatinga (MG), São José do Rio Preto (SP) e Caxias do Sul (RS). No setor da saúde, 37 obras serão realizadas em 31 hospitais universitários, com a construção de oito novos hospitais. Camilo Santana anunciou um acréscimo de R$ 400 milhões para o custeio das universidades (R$ 279,2 milhões) e dos institutos federais (R$ 120,7 milhões).
Jornal GGN - Falta um projeto de futuro ao governo, e o bolsonarismo cresce nesse vácuo. A estratégia de acalmar o mercado e apenas perseguir ferreamente o superávit fiscal é inviável. Levada a ferro e fogo, é caminho certo para a derrota eleitoral em 2026. Mesmo que o bolsonarismo seja extirpado do Banco Central, no próximo ano, deixará um legado de terrorismo fiscal que inevitavelmente amarrará o novo presidente.
Jornal GGN - Luiz Nassif: a primeira vez que soube do seu temperamento explosivo foi em uma página amarela que sugeri à Veja, com Luiz Carlos Bresser Pereira e Carlos Estevam Martins, sobre a nova classe que se formava, os burocratas do serviço público. Carlos Estevam entrou na sala bufando. Poucos tempo antes, tinha sido escrachado em público por Maria da Conceição Tavares. Detalhe significativo: ambos namoravam na época.
Outras Palavras - O avanço da ultradireita é real. Mas sua causa maior não é uma onda súbita e incompreensível de conservadorismo do eleitorado. Como nos anos 1920 e 30, o avanço do “neo”fascismo deve-se ao fiasco desastroso dos governos que adotaram, nos últimos anos políticas ultraliberais. Destacam-se os da França e Alemanha, que debilitaram suas economias, agravaram a crise social e ampliaram o descrédito na democracia.




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