Manchetes do dia – 4.6.2024

Hora do Povo - O documento defende “a necessidade de se assegurar que os processos distribuídos à Justiça do Trabalho tramitem nos trilhos do devido processo legal, sem sobressaltos, nem excepcionalidades que se transformem em insegurança jurídica e tratamentos díspares a circunstâncias semelhantes. Não cabe ao STF, como órgão de cúpula do Poder Judiciário, a revisão de fatos e provas, quando os processos já foram regularmente instruídos e julgados pelos órgãos da justiça especializada, no exercício de suas atribuições constitucionais”.

Jornal GGN - Apenas R$ 6 bilhões (27,6% do total) foram efetivamente pagos para medidas de prevenção, como obras de infraestrutura voltadas para evitar ou reduzir novos desastres. Entre 2019 e 2022, o Poder Executivo pagou diretamente ou transferiu a estados e municípios um total de R$ 4,37 bilhões. Isso equivale a uma média anual de R$ 1,09 bilhão. E 2021 foi justamente um dos anos em que mais se teve problemas com o excesso de chuvas.

Hora do Povo - Quando assisti ao belo “A Nós a Liberdade”, pensei em Vinícius e em sua defesa do cinema mudo. René Clair também teve seus problemas com a chegada do cinema falado. Chegou a afirmar que “o som era a morte do cinema”. Junto a ele também estavam Chaplin, Pudovkin, Eisenstein, Fritz Lang… O problema principal estava na introdução dos diálogos, que poderiam fazer o cinema de então interromper o progresso alcançado e retroceder a uma época de teatro filmado.

Vermelho - “Fizemos história!”, disse Sheinbaum a uma multidão na manhã de segunda-feira na praça Zócalo, no coração da Cidade México. A candidata apoiada pelo atual presidente Andrés Manuel López Obrador ficou muito à frente de Xóchitl Gálvez, candidata de raízes indígenas de centro-direita, que já reconheceu a derrota. Sheinbaum foi uma das fundadoras do partido Morena (Movimento de Regeneração Nacional), de Obrador, em 2011, e é cientista ecologista.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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