Sobre os interesses envolvidos nas políticas industriais mundo afora

Como destacou Fernando Nogueira da Costa, o FMI observou no mês de abril 2,5 mil políticas industriais levadas a cabo mundo afora, a maioria delas privilegiando o interesse nacional ao estrangeiro dos países aonde foram anunciadas.

Na análise do articulista, nas maiores economias o protecionismo foi protagônico, enquanto em países menores a eficiência da indústria voltada à exportação teve maior ênfase. Note-se que, a partir da análise do estudo abaixo, a eficiência produtiva e a inovação tecnológica “voltada à exportação” pode também bem suprir necessidades locais por produtos antes encontrados no exterior.

O que não cabe, como o próprio economista verificou em recente artigo sobre a desindustrialização brasileira, é uma “política industrial” voltada exclusivamente à reprimarização da economia.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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