Hora do Povo – Paulo Kliass: “a chantagem levada a cabo pelos grupos associados ao financismo nacional e internacional colocam em cheque a natureza essencial da Petrobrás. Ela é uma empresa estatal e, portanto, deve responder aos desejos estabelecidos pelo acionista majoritário, o governo federal. Não se trata aqui de decisões casuísticas ou marcadas por algum tipo de oportunismo. A realidade é que as dimensões da empresa afetam de maneira significativa o ambiente econômico”.
Jornal GGN- Luiz Nassif: O minério de ferro sai de Carajás, vai até a China, é transformado em aço ou equipamentos e retorna ao Brasil, com alto consumo de carbono. “Um conjunto de reformas fiscais corporativas e internacionais ajudaria a enfrentar estes desafios, reduzindo ao mesmo tempo os incentivos à deslocalização e à transferência de lucros que estão incorporados na legislação atual. Estas reformas são agora mais desejáveis do que nunca devido à adoção do acordo fiscal internacional em muitas jurisdições no estrangeiro, o que está a reduzir as pressões da concorrência fiscal”.
Vermelho – A principal meta do programa é reduzir em 50% as emissões de carbono até 2030; são previstos créditos financeiros de R$ 19,3 bilhões até 2028. De acordo com o governo, o programa visa “a descarbonização da indústria de veículos, incluirá limites mínimos de reciclagem na fabricação dos veículos e cobrará menos imposto de quem polui menos, criando o IPI Verde, além de promover a expansão de investimentos em eficiência energética.”
Vermelho – No mesmo dia em que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, corretamente, que Robinho poderá cumprir, no Brasil, a pena por estupro praticado na Itália, a Justiça da Espanha estipulou uma fiança para que outro jogador brasileiro, Daniel Alves, também condenado pelo mesmo crime, pudesse ser liberado. Na sequência, ainda foi noticiado que Neymar pai pagaria a fiança.




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