Moraes revela plano de golpistas após 8/1: “Me prender e enforcar”

Única News – O ministro do STF revelou que pretendiam prendê-lo e enforca-lo na Praça dos Três Poderes. Segundo ele, tinha três planos. O primeiro deles previa que as Forças Especiais do Exército prendessem Moraes em um domingo e o levasse para Goiânia. O segundo plano previa que o corpo dele seria abandonado no caminho para Goiânia. O outro plano era de idealização de participantes dos atos mais “exaltados” e previa a prisão de Moraes e o enforcamento dele na Praça dos Três Poderes. “Aí, não seria propriamente uma prisão, mas um homicídio, contou o ministro.
Registros de armas de fogo para defesa pessoal despencam 82% em 2023

Vermelho – Os números despencaram quase 82% em relação ao ano passado, com apenas 20.822 novos registros, uma queda significativa em relação às 111.044 armas contabilizadas em 2022. A PF destaca que este é o menor número cadastrado desde 2004, quando foram contabilizados 4.094 registros. A liderança nas estatísticas de registros vai para as pistolas, com 14.277 novos cadastros em 2023, seguidas por espingardas (2.309) e rifles (2.215). Flávio Dino, classificou a diminuição como “muito relevante” e ressaltou a importância de políticas integradas para a segurança pública.
São Borja e o caráter popular da República: uma introdução

Hora do Povo – Em passagem de À Margem da História, Euclides da Cunha escreve que “não devemos confundir” a República “com a bela parada comemorativa de 15 de Novembro de 1889”. Ele mesmo um dos homens que fizeram a República, Euclides advertia sobre um problema historiográfico que já existia em sua época, na verdade um problema de luta política: a campanha difamatória dos inimigos da República, tentando passar a versão (hoje se diria, “narrativa”) de que a Proclamação fora um “golpe”.
Antissionismo não é o mesmo que antissemitismo

Washington Post – Em dezembro, em meio a um catastrófico derramamento de sangue em Gaza, a Câmara dos Deputados dos Estados Unidos decidiu que “antissionismo é antissemitismo”. A votação foi de 311 a 14, com 92 membros presentes, refletindo um consenso entre as elites políticas americanas de que a oposição ao sionismo é equivalente ao ódio conspiratório contra os judeus. Se a resolução em si não teve consequências práticas imediatas, o consenso por trás dela teve. A votação desigual refletiu o apoio diplomático, militar e ideológico absoluto do governo dos EUA a Israel.

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