A engenharia da reconstrução nacional

Com informações da Engenharia pela Democracia

A EngD apresentou cinco eixos ao governo federal em que os profissionais ligados à engenharia podem contribuir com a reconstrução e desenvolvimento nacionais.

“É fundamental fortalecer a engenharia nacional, seus profissionais, as empresas brasileiras, em especial as micros, pequenas e médias, tão duramente atingidas pela operação Lava Jato e pelas políticas destrutivas e antinacionais promovidas pelos governos que o antecederam. Nesse sentido, chamamos a atenção para cinco pontos que, a nosso ver, devem ser considerados neste contexto e na aplicação dos recursos do novo PAC”, aponta o documento.

São eles:

  • simplificação dos processos de compras e contratações de serviços pelo Estado e suas empresas, eliminando entraves, para facilitar o acesso das micros, pequenas e médias empresas de engenharia, de insumos e equipamentos em todo o país;
  • ampliação da locação de verbas para investimentos em Ciência, Tecnologia e Inovação para programas de crédito e financiamento a institutos de pesquisas, parques tecnológicos, empresas e cooperativas da economia solidária;
  • criação do Programa Mais Engenharia, para dar assistência técnica e pública à população de baixa renda e fomentar a modernização e a produtividade das micros, pequenas e méias empresas e cooperativas;
  • aumento do índice de nacionalização nos projetos e programas de reindustrialização; e
  • suspensão e revisão das privatizações de empresas públicas estratégicas; reestatizaçã oda Eletrobras, fortalecendo o programa de transição energética necessária; e incremento do protagonismo de investimentos da Petrobrás, recuperando o sistema integrado, assim como a reestatização da distribuição de derivados de petróleo e de suas refinarias.

A “Carta ao Presidente Lula” foi entregue dia 15 de Dezembro oa Ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, por ocasião do lançamento da Copa do Povo.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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