Presidente do Instituto do Varejo critica BC: “não há como ficar sem o parcelado sem juros”

“Não há como ficar sem o parcelado sem juros. A parcela precisa caber no bolso do consumidor”, afirmou o presidente do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), Jorge Gonçalves Filho. Ao destacar que cerca de 50% do valor das compras do cartão de crédito no Brasil é feito no parcelamento sem juros, Gonçalves Filho, diz em entrevista ao portal de notícia da Record, que a proposta do Banco Central de restringir o parcelado sem juros seria “altamente prejudicial” aos mais pobres. “Sabemos que quanto maior o valor, maior a dependência do parcelamento no cartão de crédito. A parcela precisa caber no bolso do consumidor”, defendeu.
O possível papel da moeda dos BRICS

Os títulos do Tesouro estadunidense de longo prazo transformaram-se em um dos investimentos mais atraentes do mundo, se não o mais atraente. Um resultado óbvio é que os países que pretendem desdolarizar as suas reservas do banco central tomariam uma decisão fora de hora se abandonassem o dólar a esta altura. Evitar deter dólares sob a forma de títulos do Tesouro dos EUA significaria deter reservas estrangeiras denominadas numa moeda que está em declínio face ao dólar. Nenhum outro governo está disposto a tornar a sua moeda tão atrativa para os investidores internacionais (incluindo os bancos centrais) elevando as taxas de juro a níveis tão altos.
Defesa Civil aponta continuidade na movimentação do solo em Maceió

Registros da Defesa Civil de Maceió indicam a diminuição do ritmo de afundamento da mina de extração de sal-gema número 18, da Braskem, no bairro Mutange, na capital alagoana. Apesar disso, os dados divulgados neste domingo (3) mostram que a movimentação do solo continua em 0,7 centímetros por hora. Nas últimas 24 horas, o afundamento foi de 10,8 cm. No total, a mina 18 acumula 1,69 metros de afundamento. Não houve registro de novos abalos sísmicos na mina número 18. Na sexta-feira e no sábado, dois tremores foram detectados, o primeiro de magnitude 0,39 e o segundo de 0,89. Os dois a 300 metros de profundidade.
Mayra Aguiar derrota israelense e conquista Grand Slam de Judô em Tóquio

Mayra Aguiar voltou a fazer história para o judô brasileiro. Desta vez, ela faturou o Grand Slam, em Tóquio, e atingiu um feito inédito para o país no esporte. Com a medalha na capital japonesa, ela quebrou um jejum de 37 anos para o Brasil. Depois de tirar o ano para treinar e se recuperar fisicamente, Mayra fez três torneios e só perdeu uma luta este ano, para a italiana Alice Bellandi, líder do ranking mundial.

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