Indústria de defesa recebe R$ 238 mi dos ministérios da CT&I, da Defesa e Finep

A ministra Luciana Santos, titular do MCTI, enfatizou a importância do fomento à base industrial de defesa para garantir a segurança das terras indígenas, da população e do território nacional. Além disso, ela destacou que investimentos na indústria de defesa impulsionam as exportações de produtos de alto valor agregado e a geração de empregos qualificados, contribuindo para manter talentos no país. Luciana também ressaltou a estreita colaboração entre empresas do setor de defesa e instituições de ciência, tecnologia e inovação, especialmente aquelas ligadas às Forças Armadas. Os 22 projetos selecionados pela Finep abrangem diversas áreas e tecnologias, incluindo propulsão aeroespacial, defesa cibernética e veículos não tripulados.
Autoimperialismo e transição energética, por Marcos da Costa Cintra

De tempos em tempos, por força de alguma lei natural, surgem causas com poder mobilizador, ímpeto intelectual e força moral para moldar o mundo aos seus próprios valores. É o caso da mudança climática, que contagiou a sociedade com o propósito de combater as emissões de gases causadores de efeito estufa (GEE) através de uma transição energética de hidrocarbonetos para renováveis e eletrificação. Lastreada no risco real de que o mundo viva uma catástrofe climática, a questão adquiriu dimensão quase religiosa. Após décadas de procrastinação das metas de descarbonização, um raio de fé é bem-vindo, mas há pedras no caminho.
“Contribuição Assistencial para toda categoria é revogação de retrocesso bolsonarista”

“Foi um passo muito importante. A primeira revogação aos atentados bolsonaristas contra os direitos dos trabalhadores. O prioritário agora para salvar os sindicatos é recuperar a segurança jurídica do sistema de custeio da atividade sindical, alvo de destruição da reforma trabalhista. Aos sindicatos é que cabe a defesa dos direitos individuais e coletivos da sua classe. É dos sindicatos a obrigação de participar e firmar as convenções e acordos coletivos. Portanto, é a contribuição de todos os trabalhadores para o seu sindicato que deve ser a forma de custeio, até porque as negociações coletivas abrangem todos os membros da categoria profissional representada.”
Como a geração Z está salvando os sindicatos

Os sindicatos nos Estados Unidos sofreram um declínio significativo desde o início da década de 1980.Mais de 20% dos trabalhadores pertenciam a um sindicato em 1983. Já em 2022, esse número havia caído pela metade. Esse declínio é atribuído por muitos especialistas a questões como mudanças políticas que favorecem os empregadores, um aumento nas leis de direito ao trabalho que enfraquecem o poder de organização e de negociação coletiva dos trabalhadores, e uma tendência à subcontratação. Isso deixou os EUA com uma das densidades sindicais mais baixas entre as principais economias.

Um comentário em “Manchetes do dia – 25.9.2023”