Manchetes do dia – 11.3.2026

Hora do Povo – “O que precisamos é nos convencermos que ninguém vai ajudar a gente, a não ser nós mesmos”, advertiu Lula na recepção ao presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa. “Então, nós pensamos em defesa como dissuasão”. “Essa é uma coisa que o Brasil tem necessidade similar à necessidade da África do Sul e que, portanto, nós precisamos juntar o nosso potencial e ver o que a gente pode produzir junto, construir junto”. Segundo Lula, “nós não precisamos ficar comprando dos ‘senhores das armas’, nós poderemos produzir”.

Hora do Povo – Carracena é apontado como aliado político do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, como preposto do pai. Segundo investigadores, ele teria participado de articulações que envolviam a intermediação de interesses de integrantes da facção nas estruturas do poder público no Rio de Janeiro. Nova ordem de prisão aprofunda apuração sobre venda de influência e tentativa de infiltração do crime organizado em estruturas do Estado.

Vermelho –  Os Estados Unidos voltaram a sinalizar que pretendem classificar como terroristas as organizações criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV). Para a antropóloga e cientista política Jacqueline Muniz, essa designação “abre uma janela perigosa de ingerência”. Ele acrescenta que isso “se encaixa perfeitamente numa lógica mais ampla que estamos vendo na América Latina: a utilização do rótulo ‘terrorismo’ como instrumento de política externa americana”.

Vermelho – A escalada de conflitos no Oriente Médio, impulsionada pelas recentes ofensivas militares de Israel e dos EUA /,[tem sacrificado crianças. Só no Líbano, a agência da ONU para a infância reporta uma média trágica de dez crianças mortas por dia. A situação é igualmente crítica no Irã, onde o Ministério da Saúde indica que crianças representam cerca de 30% das vítimas totais desde o início dos ataques dos EUA e Israel no final de fevereiro.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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