Argentina: a fábrica de pobres de Milei

Não só o número de pessoas pobres cresceu, como também é mais difícil a saída das pessoas incluídas nessa categoria. Segundo a pesquisa, o fosso da pobreza (ou seja, a distância entre o rendimento e as cestas das famílias pobres) também aumentou: o rendimento médio das famílias ficou 42,6% abaixo do custo da cesta básica total

“Outro fato comovente é o impacto sobre os mais pequenos. O trabalho revela que “dois terços (66,1%) das pessoas de 0 a 14 anos fazem parte de domicílios abaixo da linha da pobreza”. Além disso, 27% desse grupo (um em cada quatro) está na categoria de pobres indigentes.”

De fato, o neoliberalismo não faz bem a ninguém, exceto a um minúsculo grupo que se aproveita do todo.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

Deixe um comentário