“Dominique, nique, nique, sempre alegre esperando alguém que possa amar…” chegou aos ouvidos brasileiros, com versão de Paulo Queroz, pela voz de Giane, ganhadora do Troféu Chico Viola pela sua interpretação do sucesso.
Mas a compositora de Dominique foi a freira belga dominicana Jeanne-Paule Marie Deckers, em 1963. Quem conta a história é Sólon Saldanha, em seu Virtualidades:
Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal.
Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.
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