BRICS e o futuro africano

Rota de desenvolvimento, desafios e parcerias com a Agenda 2063

Carlos Albérico de Medeiros

O titular do Canal M65, em que já estivemos debatendo temas de economia e finanças, inicia pela África um périplo global sobre as perspectivas do mundo multipolar que os BRICS podem proporcionar à espécie humana.

O africólogo estadunidense Molefi Asante conta a história do continente africano desde o surgimento dos sapiens, e aponta na “direção dos Estados Unidos Africanos”, que pode combinar com a Agenda 2063 assim resumida:

  • Crescimento inclusivo e desenvolvimento sustentável.
  • Integração política e econômica continental.
  • Boa governança, direitos humanos e respeito à justiça.
  • Paz e segurança duradoras.
  • Identidade africana e renascença cultural.
  • Desenvolvimento centrado nas pessoas, especialmente jovens e mulheres.]
  • Uma África forte, influente no concerto das nações

São cinco as nações africanas hoje integrantes dos BRICS:

Em 2011, a África do Sul foi incorporada ao grupo BRICS, consolidando sua presença com a inclusão do “S” (South Africa) ao acrônimo. Em 2024, Egito e Etiópia tornam-se membros plenos, enquanto Nigéria e Uganda são confirmados como países parceiros em 2025.

“Nunca mais deixaremos nossas riquezas serem saqueadas. Queremos nossos filhos educados.” – Ibrahim Traoré, Burkina Faso (maio 2024)

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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