
Na Geração 68, Francisco Celso Calmon faz uma análise do perfil e atuação dos vários ministros indicados ao Supremo Tribunal Federal por Lula e Dilma Roussef, nos cinco mandatos presidenciais dos dois mandatários da República.
Lembrando que Alexandre de Moares foi indicado em 2017 por Michel Temer, ele destaca positivamente dentre os onze magistrados o Ministro Flávio Dino, indicação ocorrida no presente governo, tendo entre outros critérios a relação entre a atuação dos indicados em relação às pautas que envolvem a democracia e a soberania brasileiras.
Após enfatizar os riscos da longevidade no Poder, advinda da compulsoriedade de aposentadoria somente aos 75 anos, Calmon aponta que “o critério identitarista não é o melhor para a seleção de quadros capazes para vestir a toga, sob o manto da Constituição voltada para o bem-estar de todos”, haja visto o comportamento de magistrados como Joaquim Barbosa e Rosa Weber. E indica que “empoderar as mulheres trabalhadoras, os negros e negras da classe operária, é o eixo que distingue o identitarismo da luta de classes”.
Para conhecer a sugestão do ex-coordenador nacional da Rede Brasil – Memória, Verdade e Justiça para a próxima cadeira vacante no Supremo e até para a sucessão de Galípolo no Banco Central, veja a matéria completa:

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